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Instabilidade fêmoro-patelar

A patela ou rótula pode sofrer um deslocamento que denominamos luxação ao se desencaixar da tróclea – uma espécie de trilho na extremidade do fêmur. O principal fator predisponente a esta luxação é o fato de a tróclea ser rasa ou plana, o que facilita o deslocamento da patela. Quando isto ocorre estará presente uma deformidade do joelho até que a patela retorne ao lugar. Os sintomas subseqüentes são dor associado com edema no joelho acometido.

Na maioria dos casos o primeiro episódio de luxação é tratado com redução imediata da patela, porém muitas vezes esta ocorre espontaneamente. A seguir realiza- se imobilização da articulação por um período médio de 3 semanas, seguido de reabilitação fisioterápica. Estes episódios muitas vezes são acompanhados de contusões ósseas, lesões de fragmentos de cartilagem e principalmente da rutura do principal estabilizador da patela, o ligamento patelo-femoral medial. Exames de imagem são adequados para avaliar melhor as lesões decorrentes do trauma.

Nos casos em que a patela se desloque novamente, que chamamos de luxação recidivante, geralmente está indicado o tratamento cirúrgico. Este consiste na reconstrução anatômica do ligamento patelo-femoral medial , associado ou não a outros procedimento de realinhamento patelar. O objetivo da cirurgia é a estabilização patelar, para retorno as atividades de vida diária e prática esportiva.

Sobre o Dr. Márcio Silveira, especista em joelho, ortopedia do idoso e traumatologia esportiva em Brasília / DF >
Sobre o ligamento patelofemoral medial (LPFM) >

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